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GDF abre processo eleitoral para representantes da sociedade civil no Comitê Permanente do Hip Hop

GDF abre processo eleitoral para representantes da sociedade civil no Comitê Permanente do Hip Hop

Data de Publicação: 27 de novembro de 2025 08:09:00 Edital nº 32/2025 convoca candidaturas para oito cadeiras do colegiado, que fortalecerá políticas públicas da Cultura Hip Hop no Distrito Federal e na Ride Por Agência Brasília* | Edição: Carolina Caraballo

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Agência Brasília* | Edição: Carolina Caraballo

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) abriu, nesta quarta-feira (26), o processo eleitoral para selecionar representantes da sociedade civil que vão compor o Comitê Permanente do Hip Hop (CPH2). O chamamento — estabelecido pelo Edital nº 32/2025 e publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) — marca um passo importante na consolidação das políticas públicas voltadas à cultura hip-hop no Distrito Federal e na Região Integrada de Desenvolvimento Econômico (Ride).

O CPH2 terá oito vagas destinadas à sociedade civil, com mandato de três anos, distribuídas entre os elementos da cultura hip-hop — DJ, breaking, rap, batalhas de rima, conhecimento, casas do hip-hop e graffiti. O comitê atuará como instância deliberativa, consultiva e fiscalizadora vinculada ao Conselho de Cultura do DF, contribuindo para a formulação, o acompanhamento e a implementação das políticas para o setor.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a abertura do processo reforça o compromisso com o diálogo e a participação social. “O hip-hop é uma das expressões culturais mais representativas do DF. É território de identidade, juventude, resistência e criação. Garantir que seus agentes participem diretamente das decisões é fortalecer políticas públicas que nascem da escuta e da vivência real das comunidades”, afirmou.

 

O CPH2 terá oito vagas destinadas à sociedade civil, com mandato de três anos, distribuídas entre os elementos da cultura hip-hop | Foto: Divulgação/Secec-DF

Quem pode se candidatar

A participação no comitê é considerada serviço público relevante e não remunerado. Para concorrer, é necessário cumprir requisitos como: ter 18 anos ou mais na data da inscrição; comprovar, no mínimo, dois anos de residência no DF ou na Ride; e apresentar, no mínimo, dois anos de atuação comprovada nos elementos do hip-hop (rap, DJ, breaking, graffiti ou conhecimento).

O edital também garante a paridade de gênero, destinando quatro vagas para mulheres, e reserva ao menos uma vaga para pessoa com deficiência, conforme legislação vigente.

"Estamos criando um espaço de decisão que reconhece a potência do hip-hop em nossas cidades. Quando o governo escuta, compartilha e constrói junto, quem ganha é a população e a própria democracia cultural"

Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa

Processo de inscrição

As inscrições devem ser feitas exclusivamente de forma digital, a partir desta quinta-feira (27) até o dia 7 de dezembro, pelo formulário disponível neste link. Os candidatos devem enviar documento de identificação, comprovante de residência e portfólio que demonstre atuação na cultura hip-hop, como releases, fotos, matérias de jornal, cartazes, notas fiscais e outros registros.

Após a etapa de habilitação preliminar, os candidatos poderão apresentar recursos no prazo de cinco dias. A comissão eleitoral analisará as contestações e divulgará o resultado definitivo no DODF e no site da secretaria.

Os candidatos habilitados participarão de uma eleição virtual, secreta e facultativa, restrita aos agentes culturais que atuam no hip-hop. Em caso de empate, prevalecerá o candidato com maior tempo de atuação no movimento; depois, maior tempo de residência no DF; por fim, maior idade.

Relevância para a política cultural

A criação do CPH2 está prevista na Lei nº 7.274/2023 e na Resolução nº 02/2025 do Conselho de Cultura, reafirmando o reconhecimento da cultura hip-hop como campo estratégico para políticas públicas no DF. O colegiado também dialoga com a Política de Valorização do Grafite, instituída pelo Decreto nº 39.174/2018.

 

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“O processo eleitoral é mais do que formalidade. Estamos criando um espaço de decisão que reconhece a potência do hip-hop em nossas cidades. Quando o governo escuta, compartilha e constrói junto, quem ganha é a população e a própria democracia cultural”, destacou o titular da Secec-DF.

 

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail comitehiphopdf@gmail.com.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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