Foguetes, planetário e ônibus simulador imersivo: Ciência na Estrada chega ao Sol Nascente
Data de Publicação: 19 de outubro de 2025 10:11:00 Projeto oferece atividades até domingo (19) e deve atrair cerca de 500 visitantes curiosos e entusiastas da ciência Por Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Carolina Caraballo
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Geovanna Gravia, da Agência Brasília | Edição: Carolina Caraballo
O foguete no centro da sala escura parece pronto para decolar. As luzes piscam, os planetas giram nas telas e, de repente, Eloá Nunes, de 7 anos, acerta a resposta: “Urano é o planeta mais frio do sistema solar!”.
A mãe, Graciela Nunes, professora do Centro de Ensino Fundamental 38 de Ceilândia, vibra com a filha. “Esse quiz de perguntas e respostas sobre o sistema solar é muito interessante. Minha filha adora ciência, olha como ela está animada, querendo aprender sobre os planetas. Eu achei essa interação bem lúdica. Ela está gostando bastante”, contou.
Com o acerto, mais uma turbina é acionada. Agora, falta pouco para o foguete decolar. O destino não é o espaço real, mas a imaginação de quem participa do desafio, uma das atrações do Ciência na Estrada, que chegou na quarta-feira (15) e permanece até domingo (19) no Sol Nascente.
A professora Graciela Nunes levou a filha Eloá para aprender mais sobre o espaço no evento Ciência da Estrada, que está no Sol Nascente até este domingo (19) | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília
Criado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) em parceria com o Instituto de Gestão e Execução de Projetos (Igepex), o Ciência na Estrada é um projeto itinerante que percorre as cidades do DF levando experiências interativas, jogos e palestras. Depois de passar por Ceilândia, Samambaia, Sobradinho, Guará, Santa Maria, Vicente Pires, Brazlândia e Arapoanga, desembarca agora no Sol Nascente, com expectativa de receber cerca de 500 pessoas até domingo.
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Segundo o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o objetivo da iniciativa é despertar vocações e mostrar que a carreira científica e tecnológica é um caminho fascinante e acessível, formando as futuras gerações de inovadores que vão construir o futuro da cidade e do país.
“O sucesso do Ciência na Estrada, que já impactou mais de 50 mil pessoas em todo o Distrito Federal, reflete o compromisso do governo em popularizar o conhecimento e democratizar o acesso à tecnologia. Ao levar experiências imersivas, oficinas de robótica e o contato com grandes nomes da divulgação científica para perto da população, como estamos fazendo agora no Sol Nascente, incentivamos a curiosidade das nossas crianças e jovens”, avaliou Rafael Vitorino.
Viagem espacial
Entre os palestrantes, o influenciador Pedro Pallotta, do canal Space Orbit, destacou a importância de levar ciência de forma divertida e acessível. “É divertido ensinar para a molecada de uma maneira diferente e fora do padrão da escola. Não que a escola seja ruim, mas mostrar exemplos diferentes, de forma legal, ajuda a sedimentar a paixão pela ciência, principalmente para quem mora em regiões mais afastadas e nunca teve contato direto com divulgação científica”, afirmou o especialista em astronáutica.
O geofísico Sérgio Sacani, youtuber, podcaster e divulgador científico, também participou da edição. Dono do blog Space Today, ele elogiou o engajamento do público. “São perguntas interessantes, a criançada está estudando, lendo, de alguma maneira a informação está chegando para eles. Eles têm dúvidas. É uma geração que tem muito futuro”, disse.
Outra atração do Ciência na Estrada é um simulador imersivo em forma de ônibus, que guia a tripulação por florestas, galaxias e pelo fundo do mar
Outras atrações
Ao lado do foguete, um ônibus aparentemente comum esconde um simulador imersivo. Quando as portas se fecham, o chão vibra, as luzes mudam de cor e o veículo parece atravessar dimensões. Na tela à frente, um robô guia a tripulação — a nave passa por florestas, mergulha no fundo do mar e sobrevoa galáxias, enquanto alerta sobre o aquecimento global e a preservação ambiental.
Para o morador de Ceilândia André Batista, a experiência é também uma oportunidade de aprendizado em família. “Eu trouxe meu filho de 7 anos para ele aprender um pouco mais sobre foguetes e planetas. Ele se interessa muito por jogos e videogame, então achei interessante ele estar dentro desse universo. Vai despertar nele ainda mais interesse pelo espaço”, contou o vigilante.
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