Projeto "Em Todas as Cores: Saúde Mental e Saúde Integral" reúne mais de 200 pessoas em Vicente Pires
Data de Publicação: 29 de setembro de 2025 07:41:00 Evento organizado pela Sejus com foco no público LGBTQIAPN+ reforçou a importância do cuidado mental e levou serviços públicos gratuitos à comunidade Por Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares
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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares
Mais de 200 pessoas participaram da primeira edição do projeto "Em Todas as Cores: Saúde Mental e Saúde Integral", realizada na manhã deste sábado (27), em Vicente Pires. A ação foi promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), que aproveitou os últimos momentos do Setembro Amarelo para reforçar a importância do cuidado com a saúde mental dentro da comunidade LGBTQIAPN+.
Inclusão e empregabilidade foram alguns dos temas discutidos durante o encontro, organizado pela Coordenação de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT (CoorLGBT). O debate evidenciou que a comunidade LGBTQIAPN+ segue sendo uma das mais afetadas por doenças como ansiedade, depressão e síndrome de burnout, motivadas pelo preconceito, assédio e exclusão profissional no mercado de trabalho.
“Políticas públicas só fazem sentido quando chegam a todas as pessoas, sem distinção. Precisamos ouvir as necessidades da população e transformar isso em ações concretas que valorizem cada cidadão”, pontua o titular da CoorLGBT, Eduardo Fonseca.
Eduardo Fonseca: "Políticas públicas só fazem sentido quando chegam a todas as pessoas, sem distinção. Precisamos ouvir as necessidades da população e transformar isso em ações concretas que valorizem cada cidadão” | Fotos: Guilherme Emanuel/Ascom Sejus
Além dos debates, o público presente também pôde acessar serviços gratuitos de assistência jurídica, oficina de currículos, atendimento psicológico, auriculoterapia, avaliação física e nutricional.
Lorraine Macedo, 57 anos, coordenadora do coletivo Força Trans, reforça que as políticas públicas em favor da comunidade LGBTQIAPN+ só serão efetivas de fato quando as famílias começarem a acolher seus filhos. “A transgeneridade não é uma escolha, é algo que nasce com a gente, e esconder quem somos adoece o corpo e a mente. Aconselho os pais a buscar informação para acolher seus filhos, pois dessa forma conseguiremos garantir saúde mental, dignidade e futuro para todos”, afirma.
“A transgeneridade não é uma escolha, é algo que nasce com a gente, e esconder quem somos adoece o corpo e a mente", destacou Lorrane Macedo, coordenadora do coletivo Força Trans
Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o cuidado integral com a saúde também significa garantir que toda a comunidade seja vista e acolhida em sua diversidade. “Saúde, educação, trabalho e dignidade são direitos básicos e precisam ser garantidos em rede, com governo, sociedade civil e movimentos sociais atuando juntos”, conclui a chefe da Sejus-DF.
“Saúde, educação, trabalho e dignidade são direitos básicos e precisam ser garantidos em rede, com governo, sociedade civil e movimentos sociais atuando juntos"
Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania
O encontro contou com o apoio de instituições parceiras, como a Rede Interdisciplinar de Excelência (Riex), o Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF), Remax Imobiliária, Igreja Cidade do Refúgio, Uneforense, Grupo Cirandinha, Fashion Campus, Espaço Terapêutico Pérola, Nutrox Nutrição Animal, Richard Doceria e Café, Portela Contabilidade, Yes Viagens e Enjoy It Perfumes.
*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania
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