“Mal interpretado”, alegam advogados de Caboclo sobre caso de assédio

Representantes do dirigente afastados pediram arquivamento das denúncias no Comitê de Ética da CBF

“Mal interpretado”, alegam advogados de Caboclo sobre caso de assédio

Os advogados de Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF depois de acusações de assédio sexual e moral, alegaram que o dirigente foi “mal interpretado” no caso das gravações divulgadas. Segundo a defesa de Caboclo, a funcionária tinha “total controle” no momento em que os registros foram feitas. As informações foram divulgadas pelo portal “GE”. Ainda segundo a publicação, os representantes legais do dirigente pediram o arquivamento da investigação no Comitê de Ética da CBF. A reportagem ainda destaca que a defesa de Caboclo entregou documento no último dia 7, contendo 62 páginas, que reconhecem que o cartola agiu fora do tom, mas nega as acusações de assédio sexual e moral. Essa é mais uma manobra da defesa de Caboclo, que se recusou a depor na Comissão de Ética da CBF por alegar arbitrariedade da entidade. O presidente afastado era esperado para dar um depoimento na última sexta-feira (9/7), mas não compareceu por entender que o órgão é “parcial” e “arbitrário” e está “repleto de vícios e nulidade”. Mais sobre o assunto Cris Cyborg Esportes E agora? Cyborg desafia DJ Ivis para luta após vídeos de agressão Craque Neto bravo Esportes Pistola, Neto xinga Thiago Silva no Twitter após indireta do jogador Rogério Caboclo está afastado das funções desde o dia 6 de junho, após a divulgação dos áudios que mostram a conversa entre o cartola e uma funcionária da CBF. Quer ficar por dentro de tudo que rola no mundo dos esportes e receber as notícias direto no seu Telegram? Entre no canal do Metrópoles.